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segunda-feira, 4 de julho de 2011

5 gigantes da tecnologia que podem falir até 2019

Você acha que a Microsoft pode deixar de existir? Pois saiba que isso é possível e confira quais são as outras gigantes que podem sumir junto com ela.

Você pode achar estranho, mas algumas das maiores empresas de tecnologia do mundo estão correndo risco de serem varridas do mapa nos próximos anos. A dificuldade em se adaptar a novos mercados é a maior vilã dessas histórias. E ninguém está livre disso – é o que mostraremos mais adiante.

Você consegue imaginar um mundo sem Windows? Pois é isso que deve acontecer na próxima década, pois a Microsoft está com sérios problemas para adequar-se aos portáteis. O mesmo se aplica à Intel, outra gigante que pode estar com os dias contados. Quer saber quem são as outras? Então preste atenção neste artigo que preparamos para você.

1) Nokia

Entre o final da década de 1990 e o início dos anos 2000, não existia empresa de telefonia móvel tão poderosa quanto a Nokia. Aparelhos resistentes e de ótima qualidade fizeram dela a empresa número 1 do segmento. Mas desde que os smartphones passaram a ser o foco da indústria móvel, a empresa perdeu boa parte de sua “magia”.

(Fonte da imagem: divulgação/Nokia)

No ano de 2010, a parcela de mercado tomada pela Nokia era de 31%, em escala mundial. Só no primeiro trimestre de 2011, essa parcela já havia caído para 25%. Se fôssemos apontar um culpado, seria a escolha dos sistemas operacionais móveis. No começo, era o Symbian que alimentava os aparelhos. Ele foi bem aceito, até que surgiram opções melhores.

Em pouco tempo, Android (Google) e iOS (Apple) tomaram as rédeas do mercado e fizeram com que o Symbian fosse renegado por grande parte dos consumidores. A segunda aposta da Nokia foi o MeeGo, uma parceria entre várias empresas que tentava levar o mundo do código aberto para os smartphones. Baixa adoção e poucos desenvolvedores decretaram o abandono do sistema pela fabricante finlandesa.

Agora, a proposta da Nokia é novamente arriscada. Em um mercado tomado por Androids e iPhones, a empresa firmou parceria com a Microsoft para lançar novos aparelhos com Windows Phone 7. Baseando-se na credibilidade da Microsoft, a Nokia tenta voltar a subir suas parcelas de mercado e abastecer os bolsos dos investidores.

O primeiro passo depende dos desenvolvedores que optarem por criar aplicativos para a plataforma. Depois entra em cena a parte principal: a qualidade dos aparelhos. A Nokia precisa ser superior às outras empresas que utilizarem o sistema operacional. Em resumo: são muitos fatores que precisam entrar em congruência para que a Nokia não fracasse novamente.

2) Sony

Os ataques dos últimos meses não devem acabar por aí. Mesmo com toda a reformulação da segurança da PlayStation Network e também de outros serviços online que a Sony possui, a desconfiança do público não foi embora totalmente. A própria Sony estima que, no final do ano fiscal, o prejuízo referente às invasões na PSN pode chegar perto dos 200 milhões de dólares.

Não são somente os gastos com manutenção, mas também as perdas de consumidores que foram originadas com a crise. Muitos decidiram comprar o Xbox, em vez do PlayStation, assim como uma grande parcela dos consumidores devolveu o console da Sony porque não podia desfrutar dos benefícios online.

(Fonte da imagem: divulgação/Sony)

Mas há ainda prejuízos maiores relacionados aos desastres naturais que ocorreram no Japão. Quase 2 bilhões de dólares devem ser gastos para reestabelecer linhas de produção e para reformar tudo o que foi destruído com os terremotos que atingiram o país no mês de março.

Depois de todo esse prejuízo, a Sony anunciou que uma de suas divisões enfrenta dificuldades financeiras. Trata-se da Sony Pictures, responsável pela produção de filmes de sucesso (como “Karate Kid”, “Homens de Preto” e “Código da Vinci”). A receita da empresa caiu mais de 15% no último ano e há muitas especulações de que a divisão será fechada em breve.

3) Myspace

O que você faria se comprasse uma empresa por 580 milhões de dólares e alguns anos depois a vendesse por apenas 35 milhões? Temos certeza de que você não ficaria nada feliz. Então imagine como os investidores da NewsCorp ficaram ao assinar a venda do MySpace por menos de 10% do valor pago em 2005.

Os motivos para a desvalorização são diversos. Como rede social, o MySpace vem perdendo cada vez mais espaço para o Facebook, que já conta com a hegemonia no segmento e não se vê ameaçada por nenhuma rival (o Google+ ainda não está oferecendo perigo).

Lembra-se dos primórdios do MySpace? Ele era utilizado, principalmente, por bandas e artistas iniciantes que queriam divulgar seus trabalhos. Talvez a saída seja voltar para esse mercado, mas atualmente há diversos outros meios de se fazer isso. Sites e blogs independentes, iTunes Store e até mesmo o YouTube possuem mais audiência. Em suma, o MySpace não deve sobreviver aos próximos anos.

4) Intel

Se perguntássemos, em 1995, para qualquer usuário de computador qual era o futuro da Intel, seria difícil encontrar alguém dizendo algo diferente de "sucesso". Infelizmente a história está mudando e, a cada ano, fica mais claro que a empresa precisa mudar de visão se não quiser entrar para o plantel de fabricantes esquecidas pelo tempo.

(Fonte da imagem: divulgação/Intel)

Talvez você esteja achando que o Tecmundo está louco e que a Intel jamais perderá terreno para outras concorrentes, mas temos vários motivos para dizer isso. Apesar de todos os indícios que mostram a tecnologia caminhando para o mundo dos portáteis, ainda há pouca movimentação da empresa para a fabricação de processadores ARM.

Essa arquitetura que está sendo explorada por Texas Instruments, Samsung, Qualcomm e NVIDIA tem conseguido resultados cada vez melhores e os principais eletrônicos da atualidade a utilizam (o que inclui os tablets e smartphones mais vendidos do mundo). Os ultrabooks não utilizam chips ARM.

Vale lembrar que há muitos rumores que afirmam que a versão portátil do Windows 8 não será compatível com processadores comuns, apenas com ARM. Observando que o mundo caminha para os portáteis, dificilmente a Intel conseguirá manter-se na liderança do mercado nos próximos anos, a menos que sejam realizadas mudanças rápidas no posicionamento da empresa.

Há também a briga pelo mercado de processadores para notebooks e desktops. Mesmo com a Intel desfrutando de uma larga vantagem sobre a AMD, os resultados obtidos com os chips APU (que integram CPU e GPU em um único dispositivo) têm mostrado que a AMD pode voltar a sonhar com o topo do ranking mundial.

(Fonte da imagem: divulgação/Asus)

Enquanto os processadores Intel Sandy Bridge ainda não conseguiram fazer com que os jogos rodem com boa qualidade (sem a utilização de placas de vídeo externas), os últimos testes da AMD mostram que os processadores A8 podem rodar o game Crysis com detalhes e sem demandar placas gráficas.

Perdendo espaço no mercado de computadores e sem grandes expectativas para os portáteis, a Intel pode estar em seus últimos anos de vida. Repetimos: ou a Intel volta a se preocupar com pesquisas ou será absorvida pelo impiedoso mercado.

5) Microsoft

É indiscutível: o Windows é o sistema operacional mais utilizado no mundo. O problema é que, assim como a Intel, a Microsoft demorou muito tempo para perceber que o futuro está nos portáteis. Mais do que isso, que o futuro está nas nuvens. Pois é, a empresa acomodou-se com o mercado e se esqueceu de que era necessário renovar-se.

Hoje, o número de usuários de computadores cresce muito pouco em relação ao número de consumidores que adotam sistemas portáteis. Por essa razão, o iOS e o Android conquistam muito mais corações do que Windows, Linux e Mac. Notebooks e netbooks têm sido trocados por tablets e smartphones, que ainda oferecem jogos excelentes.

(Fonte da imagem: divulgação/Microsoft)

No segmento dos sistemas portáteis, o Windows Phone 7 ainda não conseguiu deslanchar. Mesmo com a parceria firmada com a Nokia, há poucos aparelhos disponibilizados para o sistema e poucos desenvolvedores parecem apostar fichas na Microsoft.

É necessário dizer que dificilmente alguma empresa conseguirá tirar o domínio da Microsoft no mercado dos sistemas operacionais para computadores, mas aos poucos esse segmento vai perdendo espaço e o império criado por Bill Gates pode realmente nunca mais possuir a força que já teve.

Você imaginava que essas gigantes poderiam estar perto do fim? Deixe um comentário para nos contar se você acha que alguma dessas empresas conseguirá se livrar do fim e o que elas devem fazer para que isso aconteça.

As telas touchscreen podem estar chegando ao fim. Saiba por quê

Escassez da matéria-prima utilizada nas telas pode ocorrer em poucos anos. Será que estamos preparados para encontrar alternativas?
Elas estão por todos os lados. Os smartphones e tablets conquistam cada dia mais fãs por causa de um dispositivo que possuem: as telas sensíveis ao toque. O que já foi um grande desafio para as fabricantes, hoje funciona com primor para as mais diversas necessidades e garante que os usuários não precisem de teclados QWERTY e mouses para comandar os aparelhos.

O que pouca gente sabe é que o processo de fabricação de telas deste tipo demanda a utilização de elementos que não são muito abundantes na natureza. É possível que as telas como conhecemos hoje sejam eliminadas do mercado para a chegada de novas tecnologias, mas ainda não se sabe se existe alguma forma de reproduzir a mesma qualidade de resposta que os dispositivos atuais nos mostram.

Será que o futuro é sensível ao toque?

A importância destas telas

Sensibilidade ao toque é um avanço que trouxe uma série de vantagens para os usuários. Antes, todas as ações precisavam ser comandadas por digitações ou cliques, o que não é um problema em computadores, mas para aparelhos menores pode ser um fator de complicação.

A chegada do touchscreen trouxe uma nova gama de possibilidades. Telas maiores (com teclados virtuais) no lugar de teclados QWERTY oferecem melhores resoluções para vídeos e jogos. Quem acha que jogar com poucos botões é complicado, precisa conhecer as facilidades que o touchscreen oferece, como a virtualização de botões (vários jogos para iOS utilizam este recurso).

Facilidade na utilização

Outra palavra que merece destaque é: intuitividade. Apenas clicando sobre os ícones ou funções dos aplicativos, é muito mais simples do que utilizar teclas de um teclado numérico para comandar os softwares. Principalmente porque alguns usuários possuem dificuldades para associar números a controles direcionais, por exemplo.

Quais os materiais envolvidos?

Quem pensa que as telas sensíveis ao toque são limitadas à camada de LCD está muito enganado. Muitos outros materiais estão relacionados à fabricação deste tipo de dispositivo, incluindo capacitores e resistores microscópicos, responsáveis pelo reconhecimento dos gestos dos usuários e controle das funcionalidades.

Muitos elementos químicos envolvidos

Independente da tecnologia empregada (touchscreen capacitivo: iPhone e Galaxy Tab; resistivo: LG Optimus), as empresas de fabricação de telas sensíveis ao toque utilizam a mesma base de produção: Óxido de Índio-Estanho (OIE). Este elemento é composto principalmente por Índio, um substrato da mineração de chumbo e zinco.

Fragilidade e condutividade

O Óxido de Índio-Estanho causa muitas discussões por parte dos engenheiros eletrônicos e projetistas de produtos que demandam telas sensíveis. Por serem demasiadamente frágeis, é bastante difícil trabalhar com grandes porções deste material, causando desconforto e insegurança por parte das fábricas.

Tela LCD com transistores de Índio

Fonte da imagem: Deglr6328

Por outro lado, o OIE é aclamado pelas montadoras de smartphones e tablets, pois até o momento não são conhecidos materiais que apresentem as mesmas propriedades de condutividade e opacidade para permitir que a luz seja emitida com qualidade e que o tempo de resposta dos toques sejam satisfatórios.

Isso ocorre porque o OIE oferece boa condutividade elétrica para garantir baixos tempos de resposta entre comandos e execução das ações. Isso soma-se à transparência que permite a permeabilidade de luz para que a qualidade das imagens emitidas não sofram a interferências, o que aconteceria se outros metais fossem utilizados.

Previsões de escassez

Assim como grande parte dos minerais valiosos da Terra, o Índio também vê suas reservas sendo diminuídas a cada dia, o que significa que em alguns anos não existirá mais a abundância do material. É claro que ainda podem ser descobertas novas fontes para a matéria-prima do OIE, mas as perspectivas não são muito otimistas.

Possível esgotamento das fontes

Estima-se que grande parte das reservas de índio estejam localizadas na China, que controla o volume de exportações e utilização do produto há anos. Cálculos de pesquisadores da Universidade de Yale dão informações de que até 2020 não será mais possível utilizar o OIE em escala comercial, devido à escassez.

Há ainda uma enorme quantidade de Índio que não é aproveitada, pois mineradoras de chumbo e zinco nem sempre realizam as maneiras corretas para coletar os substratos de suas atividades. Esse desperdício pode custar caro nos próximos anos.

Quem seria afetado?

Todo mundo. Essa é a grande verdade, todo o mercado da tecnologia seria afetado se estas suspeitas forem confirmadas. Tablets e smartphones estão dominando o mercado e tirando até mesmo algumas parcelas de netbooks e notebooks, o que demanda muita capacidade da indústria de telas.

Todo mundo sofreria

Mas não apenas os portáteis. Os sistemas operacionais para computadores estão cada vez mais próximos da compatibilidade total com comandos por toque na tela, o que significa que computadores maiores podem precisar da mesma tecnologia já nos próximos anos. O problema é que computadores maiores utilizam mais OIE, o que pode acelerar o esgotamento do produto.

Existem substitutos?

Sempre que algum material essencial para determinado tipo de aparelho chega próximo do esgotamento, toda a indústria relacionada a ele passa a buscar novas formas de continuar produzindo seus bens de consumo. Não poderia ser diferente com este mercado tão aquecido, logo, já começaram a ser buscados substitutos para o OIE.

Muitas possibilidades

Óxido de cádmio

Como ainda não são conhecidas formas de deixar o OIE totalmente de lado, uma opção que alguns pesquisadores estão cogitando é a utilização de Óxido de Cádmio. Esse composto é quase tão transparente quanto o Óxido de Índio-estanho e ainda com maior capacidade de condução.

Mas é bastante instável, deteriorando-se rapidamente. A forma de lutar contra isso é colocando cerca de 20% de OIE na composição, apenas o suficiente para criar uma película de proteção sobre o outro material, que ainda apresenta outros problemas bastante graves em relação ao meio-ambiente.

Barra de Cádmio

Fonte da imagem: Alchemist-hp

Óxido de Cádmio é um composto muito tóxico que demanda muitos cuidados na manipulação e, principalmente, no encaminhamento dos resíduos dos produtos. Estes problemas, se somados, mostram que o cádmio ainda não é uma opção viável para as telas touchscreen.

Nanomateriais de carbono

Se existe um elemento versátil, este elemento é o carbono. São inúmeras as possibilidades de subprodutos que podem ser criados com a alteração de algumas propriedades dele. Com isso, muitos estão pensando em utilizar o grafeno: composto carbônico que é fabricado em folhas e pode representar transistores de apenas 1 micrômetro.

Nanotubos de grafeno

Fonte da imagem: Arnero/Wikimedia Commons

Por ser finíssimo, o grafeno também oferece pouca opacidade, ou seja, permite a permeabilidade de luz, o que é essencial para uma superfície touchscreen. Logicamente essa tecnologia ainda é bastante cara, deixando poucos fabricantes empolgados com a utilização do material em seus aparelhos.

Mas o que anima os investidores é o fato de que no futuro é possível que haja uma equiparação nos valores cobrados por aparelhos com touchscreen OIE e aparelhos com nanotubos de carbono. Isso ocorrerá porque as telas OIE vão subir de valor na mesma velocidade com que o material vai se esgotando.

Somando isso ao constante crescimento do segmento do carbono (e a consequente queda nos preços), em alguns anos pode haver uma similaridade nos valores. Com isso, estas novas tecnologias tomarão, gradativamente, o lugar das tecnologias antigas no mercado tecnológico, até que o OIE não faça mais falta nos aparelhos.

Isso significa um aumento nos preços dos aparelhos?

Não necessariamente. Por mais que as telas possam ganhar alguns dólares a mais na fabricação, é importante notar que outros componentes de hardware dos dispositivos eletrônicos estão cada vez mais baratos. Processadores, memória e sistema operacional ganham mais funcionalidades e, devido ao volume de vendas, têm seus valores diminuídos.

O que o futuro reserva?

.....

Será que serão encontradas fontes de Índio para a fabricação do OIE em larga escala antes de ocorrer uma escassez? As indústrias de telas e mineradoras não poupam esforços para encontrar alternativas que possam garantir a qualidade na resposta aos toques, sempre buscando formas de manter os preços para não esfriar o mercado.

Deixe um comentário para contar ao Baixaki o que você pensa acerca deste assunto. Você acha que o touchscreen pode estar chegando ao fim? Ou será que novas alternativas poderão ser fabricadas e colocadas no mercado antes de ocorrer o esgotamento da tecnologia atual?


Novas pesquisas dizem que celulares podem não ser cancerígenos

Após relatos da Organização Mundial da Saúde dizerem o contrário, departamento britânico afirma que a celulares não causam câncer.

Já faz alguns anos que o debate existe. Enquanto muitos cientistas afirmam que o uso de telefones celulares pode causar câncer, outros refutam a afirmação e dizem que isso não é verdade. No final de maio, a OMS divulgou relatórios que mostravam os celulares como vilões, mas agora há novos grupos negando esses estudos.

Segundo o professor Anthony Swerdlow, do Instituto Britânico de Pesquisas de Câncer, as pesquisas da OMS não estão completamente corretas. Isso acontece porque não foi levada em consideração a pré-disposição dos pacientes. Swerdlow diz que celulares são “tão potencialmente cancerígenos quanto vegetais”.

Outros pesquisadores já haviam afirmado o mesmo que Swerdlow. A verdade é que ainda vai levar um bom tempo até que exista um veredicto irrefutável nessas pesquisas. Até lá, não saberemos com certeza se os celulares realmente podem causar câncer nos usuários.



Baidu vai usar Microsoft para prover buscas em inglês

A Baidu domina o mercado chinês de buscas desde a retirada do Google, no ano passado, depois de uma disputa ruidosa com Pequim em função da censura.

Baidu concentra três quartos das buscas na China (Fonte da imagem: Reprodução )

Reuters. Por Jason Subler e Melanie Lee - A Baidu, que controla três quartos do mercado chinês de buscas, assinou contrato com o serviço de buscas Bing, da Microsoft, para que este ofereça buscas em inglês aos seus usuários. A empresa quer se expandir no exterior, e a Microsoft deseja ampliar sua presença no maior mercado mundial de Internet.

A Baidu domina o mercado chinês de buscas desde a retirada do Google, no ano passado, depois de uma disputa ruidosa com Pequim em função da censura.

A parceria permitirá que termos de busca digitados em inglês no site da Baidu ativem automaticamente o Bing, cujos retornos serão apresentados nas páginas da Baidu, anunciou a empresa chinesa em comunicado nesta segunda-feira.

Analistas afirmaram que a parceria permitiria que o Bing conquiste mais acesso aos 450 milhões de internautas chineses e prejudicara; ainda mais os negócios do Google no país.

"A cooperação entre a Baidu e a Microsoft reforçará ainda mais o domínio da Baidu no mercado chinês de buscas e tornará mais difíceis os negócios do Google no país", disse Dong Xu, analista da Analysis International.

A Baidu detinha 76 por cento do mercado chinês de buscas no primeiro trimestre de 2011, de acordo com dados da Analysis International. A participação do Bing é ínfima e a do Google é de quase 20 por cento.

A nova parceria, que deve ser acionada este ano, reforça a cooperação já existente entre Baidu e Bing nas plataformas móveis e em retornos de buscas, disse Kaiser Kuo, porta-voz da Baidu.

Representantes da Microsoft não estavam imediatamente disponíveis para comentar o assunto.

Com penetração de Internet de cerca de 30 por cento e uma falta de usuários sofisticados fora das grandes cidades chinesas, o potencial de crescimento da Internet na China é imenso, segundo os analistas.

Alguns deles mostram ceticismo, no entanto, quanto ao volume de demanda por buscas em inglês na Baidu.

"É um bom acordo, mas creio que o impacto será mínimo para a Baidu. Não imagino que muitas buscas em inglês aconteçam em seu site. Essas buscas tenderão a ocorrer no Google", disse Wallace Cheung, analista do Credit Suisse em Hong Kong.



Japão descobre fontes de matéria-prima para eletrônicos e pode reduzir os preços !

Fontes de terras raras encontradas no Pacífico podem alimentar toda a demanda mundial pelos próximos anos.
Por Portal Baixaki

A fabricação de peças para eletrônicos (telas sensíveis ao toque, por exemplo) depende de matérias-primas que nem sempre são abundantes na natureza. É o caso das terras raras, alguns minerais que estão sendo considerados como escassos e que são muito necessários para a fabricação de eletrônicos. Ou melhor: eram, pois uma nova fonte da matéria foi descoberta pelo Japão.

Segundo o jornal The Guardian, os cientistas japoneses descobriram a fonte nas proximidades do Oceano Pacífico. As novas reservas seriam mais do que suficientes para alimentar a demanda mundial pelos próximos anos, o que pode representar uma boa diminuição nos valores cobrados pelos minerais.

Nos últimos tempos, a China tem limitado as vendas de terras raras para valorizar o material, o que gerou certo desconforto por parte da indústria mundial. Pelo lado negativo, a descoberta de novas fontes pode frear os constantes incentivos à reciclagem de eletrônicos.



Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/11257-japao-descobre-fontes-de-materia-prima-para-eletronicos-e-pode-reduzir-precos.htm#ixzz1RBKoWJmY

quarta-feira, 15 de junho de 2011

RRAM: a memória ultraveloz que está vindo para ficar

Saiba mais sobre o desenvolvimento da memória que promete revolucionar o mundo dos smartphones e computadores.

À base de óxidos de metal, a nova memória RAM deve substituir a memória Flash em breve!

A indústria dos eletrônicos está em constante evolução. É comum vermos dispositivos cada vez menores e com mais poder de fogo sendo lançados. Mas a evolução também acontece dentro desses dispositivos, com os pequenos componentes que os formam. O problema é que, com o passar do tempo, os cientistas e engenheiros esbarram em limitações físicas desses componentes e, então, algo novo precisa ser pensado para substituir a tecnologia antiga. Afinal, o progresso não pode parar.

Desta vez, a indústria está se mobilizando para criar um novo tipo de memória, a Resistive Random-Access Memory (RRAM), como vem sendo chamada. Essa será uma memória não volátil, ou seja, os dados armazenados não serão apagados quando o computador for reinicializado, por exemplo.

Além disso, a RRAM oferece vantagens capazes de torná-la não apenas a substituta da memória Flash, mas também uma espécie de memória universal, combinando os benefícios da DRAM, a velocidade da SRAM e a não volatilidade da Flash.

Como funciona a RRAM?

Fotografia miscroscópica de um elemento RRAM feito de Óxido de Háfnio (Fonte da imagem: Imec)

Apontada como a candidata mais forte a substituir o modelo atual de memória de acesso randômico (RAM), a RRAM acabou criando uma espécie de corrida entre as empresas interessadas em lançar produtos com essa tecnologia. Por enquanto, as apostas dizem que teremos os primeiros chips de memória RRAM sendo produzidos entre 2012 e 2013.

A principal inovação desse tipo de memória se dá pela forma de armazenamento de dados. A memória RAM guarda os dados por meio de cargas elétricas. Dessa forma, quando a carga é cortada, ou seja, quando o computador é desligado, os dados são perdidos.

A RRAM opera de maneira diferente. A memória tem sido construída com base em materiais cujas resistividades podem ser alteradas para estados de alta e baixa condutividade. É a resistência desses materiais que guarda o estado do bit na memória, e o fato de o estado dessa resistividade não se alterar quando o computador é desligado torna a memória RRAM não volátil.

Ainda não há um consenso sobre qual é o melhor material para ser utilizado na fabricação da RAM resistiva. O Imec, laboratório belga responsável pelo programa de desenvolvimento da RRAM, acredita que a melhor alternativa são óxidos de metal e, no momento, os pesquisadores estão investigando materiais que sejam também compatíveis com o CMOS. Por enquanto, os materiais mais cotados têm sido o óxido de níquel (NiO) e o óxido de háfnio (HfO).

Vantagens da RRAM

As empresas que apostam na RRAM repetem sempre o mesmo discurso: a nova memória será capaz de operar a uma velocidade maior e com um consumo menor de energia. Mas como isso é possível?

Barra de cristal de Háfnio (Fonte da imagem: Wikimedia Commons)

A resposta para a questão da velocidade está no óxido de háfnio. Ao usar o composto como isolante no lugar do dióxido de silício, a pesquisadora Päivi Törmä, da Universidade de Tecnologia de Helsinki, obteve um ganho de velocidade surpreendente. O acesso à memória, que antes demorava alguns milissegundos, passou a ser executado em apenas 100 nanossegundos, aumentando assim a velocidade de leitura e de escrita em até 100 mil vezes.

Comparada com a memória Flash, a RRAM também exige uma voltagem menor para ser usada, ou seja, para ler e gravar dados em seu interior. Graças a isso, a nova memória deve ser uma boa opção para dispositivos com poucos recursos, além de proporcionar maior economia de energia.

Como já abordado anteriormente, uma das grandes capacidades da RRAM é a possibilidade de construção de chips cada vez menores. Enquanto a DRAM e a Memória Flash podem chegar ao limite de 18 nanômetros, a memória à base de óxido de metal pode ultrapassar a barreira dos 16 nanômetros.

A quantas anda o desenvolvimento da RRAM?

Atualmente, existem pelo menos seis empresas interessadas no mercado de RRAM. Entre elas está a Samsung, que declarou recentemente a intenção de começar a fabricação em massa dessas memórias logo no primeiro semestre de 2012.

A HP é outra empresa que tem investido pesado na fabricação da memória do futuro. Inspirada pela teoria do professor Leon O. Chua, da Universidade da Califórnia, a companhia implementou, em 2008, o memristor, que funciona de maneira análoga ao chip de RRAM explicado neste artigo. Entretanto, o material escolhido pela HP foi o dióxido de titânio.

Circuito com 17 memristors capturado por microscópio atômico (Fonte da imagem: IEEE Spectrum)

Na prática, a empresa afirma, por meio de seu blog, que os memristors possibilitarão o desenvolvimento de smartphones e laptops com boot mais rápido e com duração maior da carga da bateria. Também podemos esperar por dispositivos cada vez mais finos e mais potentes. A HP acredita que as primeiras memórias RRAM chegarão ao mercado em meados de 2013.

Outro grande avanço feito pela HP foi constatar que o memristor é capaz não apenas de armazenar dados, mas também de realizar operações lógicas. Isso significa que, no futuro, esse tipo de memória pode acabar substituindo até mesmo os processadores, mantendo armazenamento e processamento no mesmo chip.

Ao romper essa barreira, teríamos dispositivos com ainda mais velocidade e economia de energia. A principal causa é o fato de que os dados teriam que percorrer distâncias menores, pois memória e processador estariam no mesmo chip.

Além disso, os memristors também poderão ser usados em aplicações de inteligência artificial. Engenheiros da Universidade de Michigan, por exemplo, já usaram a tecnologia para construir um computador baseado no cérebro de gatos.

Só nos resta esperar para ver quem ganhará a corrida da memória RAM resistiva

Quais são as diferenças entre DDR e GDDR?

Entenda as similaridades e diferenças encontradas entre a memória principal do computador e a memória dedicada apenas para o processamento de vídeo.

Seja você um usuário comum de computadores ou um entusiasta da informática, certamente já deve ter ouvido falar dos termos RAM, DDR ou até mesmo do GDDR. Você já pôde conferir no Tecmundo uma descrição sobre como funciona a memória RAM, o principal repositório onde as informações dos programas em execução ficam armazenadas.

Também já falamos sobre como o padrão DDR melhorou muito o desempenho da memória, duplicando a velocidade com que os dados entram e saem do chip. Mas e quanto ao GDDR? Existe alguma diferença entre ele e o DDR? Fique ligado e descubra!

Memória para gráficos

O “G” na frente do DDR foi adicionado para diferenciar os tipos de memórias específicas para aplicações gráficas, formando o GDDR. Como o nome sugere, esse chip distinto é utilizado em placas de vídeo, consoles de video games, equipamentos de renderização de imagens, entre outros.

Placa de vídeo com os módulos de memória destacados (Fonte da imagem: Wikimedia Commons)

Em essência, o GDDR é similar à memória RAM dos pentes acoplados à placa-mãe, já que usam a mesma arquitetura de armazenamento e também implementam o recurso DDR (Double Data Rate). As diferenças começam a surgir quando observamos as taxas de transferência com que elas trabalham, que precisam ser muito maiores quando o assunto é processamento de vídeo.

Assim como no sistema principal, a memória gráfica também sofreu modificações e melhorias com o tempo, sendo que cada novo padrão é identificado pelo número que vem logo depois do nome, variando de GDDR2 até GDDR5. A GDDR3 continua sendo a mais utilizada entre elas.

Chip de memória GDDR5 (Fonte da imagem: Divulgação Samsung)

Tensão e largura de banda

Largura de banda é o termo utilizado para definir o tamanho do caminho (também chamado de BUS) entre a memória e seu controlador. Quanto maior for essa largura, mais dados podem entrar e sair dos chips simultaneamente, contribuindo muito para a velocidade de processamento.

Desde que vieram para o mercado, há quase 10 anos atrás, as memórias DDR continuam usando uma largura de banda de 64 bits, podendo ser expandida para 128 bits se a placa-mãe disponibilizar o recurso de canal duplo (Dual-Channel). Em contraste, as placas de vídeo usam entre quatro e oito canais, permitindo uma interface de memória de até 512 bits.

Comparativo entre a evolução do GDDR e o DDR (Fonte da imagem: SolidyStated)

Além disso, o padrão GDDR trabalha com tensões menores do que o DDR comum, permitindo alcançar ciclos de clock mais altos e exigindo soluções de arrefecimento mais simples. A primeira versão do GDDR trabalhava a 2, 5 V, reduzidos para 1,5 V na versão GDDR5.

Nos PCs, o DDR3 é o mais alto padrão disponível no mercado, mas não por muito tempo. Empresas de semicondutores, como a Samsung, já estão empenhadas no desenvolvimento do DDR4, o que deverá duplicar a velocidade de transferência do padrão anterior, além de diminuir ainda mais o consumo de energia e aquecimento.

E por que não utilizam o GDDR como memória de sistema?

Apesar de ser melhor em muitos aspectos, a tecnologia do GDDR ainda não é a mesma utilizada no sistema principal por vários motivos. O primeiro é o custo mais elevado. Mesmo as placas de vídeo mais caras não chegam a ter 2 GB de memória GDDR, o que seria demasiado caro em computadores que já passam dos 8 GB de RAM.

Outro motivo é a dificuldade em adotar novos padrões. Placas de vídeo são quase como um computador à parte, já que possuem processador, memória, controladores, sistema de arrefecimento e até mesmo alimentação diferenciada. E como é apenas um fabricante que junta todos os componentes, como a XFX ou a MSI, fica mais fácil redesenhar o próximo modelo para utilizar as tecnologias mais recentes.

O mesmo não acontece com computadores. Além de ter muito mais subsistemas que precisam ser compatíveis entre si, a maioria dos PCs não são planejados e montados pelo mesmo fabricante (isso quando não é o próprio usuário), exigindo que o avanço seja mais lento para que todos possam acompanhar os novos padrões.

Nova tecnologia Wi-Fi dispensa o uso de baterias

Novidade absorve energia das ondas de rádio presentes no ambiente para funcionar corretamente.

A companhia Renesas Eletronics Corp desenvolveu uma nova técnica capaz de transmitir sinais Wi-Fi e Bluetooth para aparelhos compatíveis dispensando completamente o uso de baterias. A novidade utiliza como fonte de alimentação a eletricidade produzida pelas ondas de rádio presentes no ambiente, fator que amplia as possibilidades de utilização destes tipos de sinais.

Os detalhes técnicos da descoberta estão sendo apresentados pela primeira vez nesta quarta-feira (15 de junho), durante o simpósio VLSI Circuits 2011, evento que ocorre na cidade de Kyoto.

Segundo a fabricante, as aplicações da tecnologia são muito extensas, dando como exemplo uma fita plástica que pode ser colocada na roupa de bebês, transmitindo em tempo real a temperatura corporal do usuário. Outra possibilidade é a criação de pôsteres capazes de enviar conteúdo através de sinais Bluetooth para todos que passam por perto.

Transmissão de dados econômica

Para permitir o envio de dados, a companhia utilizou o seguinte método. Ondas de rádio são transmitidas a partir de um ponto de acesso para dispositivos móveis equipados com um circuito LC ressonante capaz de absorver as informações transmitidas.

Quando o circuito é desligado, o aparelho passa a funcionar como um refletor de ondas de rádio. A capacidade de alternar livremente entre a absorção e reflexão de sinais é o que torna a novidade tão econômica e capaz de dispensar completamente o uso de baterias para funcionar corretamente.

Segundo a Renesas Eletronics Corp, ainda é necessário desenvolver mais a tecnologia antes que ela esteja disponível em larga escala. A expectativa é que os primeiros dispositivos equipados com a novidade comecem a surgir em período aproximado de dois a três anos.

Google inaugura pesquisas por voz e imagens no seu buscador

Funcionalidades já presentes em vários smartphones passarão a integrar também a busca via desktops.




Percebendo o crescimento avassalador do Android perante a concorrência, o Google resolveu importar duas funcionalidades dos portáteis para os desktops. Entre os recursos que tornam o sistema operacional líder mundial entre os celulares (mais de 40% da fatia do mercado), foram escolhidos os aplicativos de pesquisa por voz e de reconhecimento de imagens.

A explicação se justifica em números: nos últimos três anos, as buscas provenientes de dispositivos móveis vêm subindo num ritmo semelhante ao que o buscador Google cresceu nos seus primeiros anos.

E um dos principais responsáveis para isso é o investimento que a empresa fez na tecnologia de reconhecimento de voz.

A partir de agora, usuários do Google Chrome visualizarão um microfone ao lado do campo de busca no Google em inglês. Tão simples como acontece no celular, é necessário apenas clicar no ícone e falar a expressão desejada ao microfone para iniciar a pesquisa.

Com cerca de 230 bilhões de palavras cadastradas — e mais um sistema inteligente que analisa combinações de termos mais comuns —, o banco de dados pretende continuar dando voz aos usuários sem deixá-los, literalmente, na mão.

Assim como a pesquisa por voz, o aplicativo Google Goggles já existia desde 2009 para telefones móveis. Rebatizado de “Search by Image”, ele agora permitirá aos usuários que perguntem ao Google pelo computador de onde vem certa imagem ou foto.



A página de pesquisa por imagens terá a companhia de uma pequena máquina fotográfica. Ao clicar no ícone, será possível fazer upload de uma foto ou colar o link de uma imagem para o Google realizar o reconhecimento.

Outra maneira de pesquisar consiste em arrastar imagens de qualquer site para o Google Images. E, para agilizar ainda mais o processo, já foram anunciadas extensões para o Chrome e Firefox que incluem a opção de menu “Search Google with this image” (procure essa imagem no Google).

Essas funcionalidades foram apresentadas no Inside Search, evento oficial do Google realizado em São Francisco. Entre outras novidades quentes, estão o Google Instant Pages e a internacionalização do Google Instant.

Menor câmera HD do mundo chega ao mercado com preço baixo

Aparelho cabe na palma da mão, mas ainda gera fotos de alta qualidade.

(Fonte da imagem: Technabob)

Pode até parecer, mas a foto acima não é de um brinquedo. Com o design de uma DSLR miniatura, a ChinaVasion’s DV59 micro-camera é a menor câmera HD do mundo.

Seu tamanho é pouco maior do que 3 cm, pequena o bastante para usar como chaveiro, mas nem por isso deixa de ser poderosa: além das fotos de 2 megapixels, ela também serve como filmadora, gravando em resoluções de até 1280x720 por até uma hora.

Se isso já impressiona, espere até saber o preço: apenas 70 reais. E você ainda recebe um micro SD Card de 2 GB de graça. Mas lembre-se de seguir as recomendações da fabricante e não a deixe perto de crianças, por risco de ser engolida.

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